Share This Post

Botafogo

Para fugir do Z4, João Paulo quer ‘reforçar’ o Botafogo ainda em 2018: ‘Estou confiante’

Para fugir do Z4, João Paulo quer ‘reforçar’ o Botafogo ainda em 2018: ‘Estou confiante’

O meia do Botafogo João Paulo, que não entra em campo desde o dia 18 de março, após ter fratura dupla na perna direita, concedeu entrevista coletiva após o treino desta terça-feira (30), no campo anexo do estádio Nilton Santos. Ele se mostrou confiante em poder ajudar o Botafogo na briga contra o rebaixamento no Campeonato Brasileiro.

“Prazer voltar a falar com vocês depois de tanto tempo, uma lesão séria, nunca tinha passado algo parecido. Está correndo muito bem. Muitos se falavam de seis ou oito meses, estou nesse período, cerca de sete meses e meio. Estou evoluindo satisfatoriamente, às vezes sinto dores na região e dores que fazem parte do processo. Estou confiante, departamento médico também, e os dados de GPS estão evoluindo. Não posso dizer quando, mas acredito que posso jogar ainda neste ano”, disse João Paulo.

Além disso, João reconheceu a má fase da equipe em campo, mas declarou apoio à seus companheiros e fez um apelo especial para a torcida.





“Ansiedade existe desde março. Infelizmente a gente viveu uma situação que não é agradável, muito difícil viver isso de fora, queria estar com meus companheiros, mas é preciso paciência para voltar e dar o meu 100%. Meus companheiros, vivo isso dia a dia, não tem nenhum vagabundo nem fazendo corpo mole. Torcida está chateada, abatida, como a gente também está. Aproveitar para fazer apelo para domingo: que venham, nos ajudem. Se cada um remar para um lado, vai ser difícil.”, falou o meia.

Confira outros tópicos falados pelo meia do Botafogo:

MENSAGEM PARA OS TORCEDORES

“Ansiedade existe desde março. Infelizmente a gente viveu uma situação que não é agradável, muito difícil viver isso de fora, queria estar com meus companheiros, mas é preciso paciência para voltar e dar o meu 100%. Meus companheiros, vivo isso dia a dia, não tem nenhum vagabundo nem fazendo corpo mole. Torcida está chateada, abatida, como a gente também está. Aproveitar para fazer apelo para domingo: que venham, nos ajudem. Se cada um remar para um lado, vai ser difícil”.

PSICOLÓGICO DURANTE A LESÃO

“Essa é a parte mais difícil, teve momento sim em que me perguntei se ia voltar a jogar ou voltar em alto nível. Tinham dias que eu treinava e me empolgava. No outro dia, muitas dores e tinha que descer um degrau. Consigo manter regularidade nos treinos, e as dores estão aparecendo cada vez menos. Na fisioterapia, a gente não pensa muito na questão da bola, de como vai ser, porque a gente está tratando. Quando chegou a hora de voltar, as dores apareceram, muitas dificuldades de fazer exercício. Acho que foi o momento mais difícil. Até psicologicamente foi o mais difícil”.

NASCIMENTO DO FILHO

“Meu filho. Nasceu em maio, e eu pude focar nele e desviar um pouco essa reabilitação. Foi muito bom, muito saudável acompanhar o nascimento, os primeiros meses. Foi minha terapia no início da recuperação. Fiz a fratura em março, e ele nasceu dois meses depois. O atleta se prepara para perder nos primeiros meses de nascimento, mas comigo foi diferente. Óbvio que não gostaria de uma lesão, mas pude ajudar minha melhor e foi muito bom para a minha cabeça”.

PAGAMENTO DOS SALÁRIOS ATRASADOS

“A gente não pode usar de falta de pagamento para botar isso acima do nosso desempenho, que isso seja o fator para não termos um desempenho e não conseguir a pontuação. Independentemente de o salário estar em dia, temos que honrar a camisa que a gente veste e desempenhar. A gente fala muito na diretoria, dos jogadores e da comissão técnica como se fossem três times. Na verdade é um só. Esses três formando um só e defendendo o Botafogo’.

Share This Post

João Pedro Fragoso avatar
Brasileiro e carioca nato, estudante de Jornalismo. Setorista do Botafogo pelo Futebolzinho. Além disso, amante de pagode e de NFL.