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Botafogo

Saulo será o goleiro do Botafogo nos quatro confrontos diretos que jogará em outubro

Saulo será o goleiro do Botafogo nos quatro confrontos diretos que jogará em outubro

Sem previsão ainda para o retorno dos titulares (sic) Gatito Fernández e Jefferson, a comissão técnica do Botafogo  trabalha para não deixar abalar a confiança do jovem Saulo, terceiro goleiro do clube.

O jogador de 23 anos ficou muito tempo sem atuar, tem oscilado bastante na defesa do gol alvinegro, mas começa a ganhar confiança – no empate com o São Paulo, fez duas defesas dificílimas no último minuto e garantiu o ponto.





E justamente num momento bastante significativo: nas próximas quatro rodadas, o time enfrentará adversários diretos na disputa pela permanência na Série A para 2019.

A começar pelo clássico com o Vasco, o 16º colocado, na terça-feira (9), no Nilton Santos.

Na outra segunda-feira (15), o time vai a Fortaleza enfrentar o Ceará, o 15º colocado, e no sábado (20) recebe o Bahia, o 14º colocado _ estes três adversários com os mesmos 30 pontos.

O último jogo de outubro será contra o Atlético-PR,  11º colocado, com 33 pontos, na Arena da Baixada.

Como Botafogo e Vasco, Ceará, Bahia e Atlético-PR ainda não jogaram pela 28ª rodada.

O técnico Zé Ricardo prefere relativizar a importância destes próximos quatro jogos:

– Todos os jogos são importantes, seja contra times da parte de cima ou da parte de baixo da tabela. Um jogo de cada vez para a gente se afastar da zona de rebaixamento e, quem sabe, classificar de novo à Sul-Americana. Temos time para isso, mas vamos no jogo a jogo – disse.

Casos de Gatito e de Jeferson

Apesar de os dois principais goleiros do elenco estarem liberados pelo departamento médico, o estágio atual é o do recondicionamento físico e técnico, etapa que precede a liberação para os treinos com o restante do elenco. 

Gatito teve fratura no punho direito e a recuperação foi feita com protocolo conservador, sem cirurgia. O antebraço foi imobilizado para a cicatrização e o jogador foi já voltou aos treinamentos específicos.

Havia expectativa do aproveitamento no jogo contra o São Paulo, na semana passada, mas, na medida em que o volume de trabalho aumentou, o goleiro começou a sentir dores no local e a ideia do retorno foi postergada.

A frustração abalou emocional do paraguaio e os profissionais diretamente envolvidos com a recuperação de Gatito resolveram frear a ansiedade pelo retorno.

O caso de Jefferson é parecido: o jogador lesionou o tórax num choque com Lucas Paquetá, no clássico contra o Flamengo, em julho, e depois de 60 dias de imobilização retornou os exercícios específicos.

Hoje, encontra-se no estágio de recondicionamento físico, trabalhando forte para recuperar a melhor forma para estar à disposição do técnico Zé Ricardo.

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