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Fluminense encerra ano conturbado ainda empenhado em resolver conflitos internos

Fluminense encerra ano conturbado ainda empenhado em resolver conflitos internos

A temporada do Fluminense iniciou com otimismo, por conta do bom começo no Brasileiro e na Sul-Americana – mas acabou num caos. O time teve dificuldades para se ver livre da luta contra o rebaixamento, só garantiu a permanência na Série A com a vitória sobre o América Mineiro, na última rodada, e agora tenta resolver questões  internas antes de concluir a montagem para a próxima temporada. Entende-se que 2018 foi um período de reparação de impasses, tanto na organização quanto na administração de temas complicados.

O presidente Pedro Abad revelou:





“Passamos grandes dificuldades e não fomos punidos com o rebaixamento. Temos muitos problemas, o clube inteiro tem. Mas vamos resolvê-los. Amanhã (quinta-feira, 6) já começamos a nos reunir com todos os departamentos do clube. Com mais tranquilidade, vamos focar nos problemas. Isso tudo para que possamos ter um 2019 melhor.”

Com orçamento curto, a direção não foi capaz de reforçar o time com grandes contratações e foi até criticada publicamente pelos técnicos que passaram pelo clube, como Abel Braga e Marcelo Oliveira. Os dois encontraram dificuldades para administrar o desgaste físico dos principais jogadores e isso acabou sendo determinante no final.

Confusão política

Os conflitos na política interna também explicam a inconstância do Fluminense nos três últimos meses. Depois de uma série de medidas contestadas, o presidente Pedro Abad viu parceiros desfazerem a aliança com a sua gestão e se associarem ao movimento que defendia seu impeachment, que ainda será votado pelo Conselho.

A desordem instalada prejudicou outras áreas do clube, que viram as finanças em declínio e a paciência dos torcedores terminar, com xingamentos frequentes nas arquibancadas. Os jogadores se sentiram incomodados com o atraso no pagamento dos salários e Abad explicou que o período turbulento afetou diretamente na administração.

O atraso nos salários, aliás, foi um outro fator impactante na queda de rendimento do time. E nem mesmo o acerto de parte da dívida às vésperas da partida de volta contra o Atlético-PR, válida pela semifinal da Sul-Americana, foi capaz de mudar o ambiente. Sentimento, inclusive, que vinha dos próprios jogadores.

O descontentamento da torcida, com protestos até a invasão do penúltimo treino do ano, foi apenas o toque final num ano em que a esperança quase terminou em desgosto profundo. A temporada acabou com vários setores do clube perdidos em crises internas que precisarão ser solucionadas em 2019.

FONTE: Lance!

REDAÇÃO: Futebolzinho.COM

 

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