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Caio Barbosa / Fluminense / Flupress

Notas: Marcelo Oliveira leva o Fluminense à derrota

Notas: Marcelo Oliveira leva o Fluminense à derrota

Uma nova escalação deprimente, que faz a gente desconfiar da capacidade do treinador, foi a tônica de mais uma esperada derrota, desta vez para o Cruzeiro. Com o elenco mais pobre da história do Fluminense, em talento e quantidade, o técnico opta por não colocar nem no banco de reservas (o que já seria um absurdo) o Marcos Júnio, vice-artilheiro do time.

Assim, sobram apenas três jogadores que fazem gol: Pedro, Gilberto e Gum, em jogadas normalmente iniciadas pelo próprio Gilberto, ou Airton Beijinho, uma das poucas peças do time com vocação ofensiva. O que faz o gênio da raça? Recua Gilberto e Beijinho, dando-lhes missões defensivas que eles não cumprem com a competência das ofensivas. Resultado? Dá merda. Sempre.





Pedro deve sentir nojo de Matheus e Sornoza.

As jogadas ofensivas, assim, ficam a cargo de Jadson, um volante ruim, e Sornoza, um armador de merda. Bolt, que divide comigo esta Flupress, matou a pau quando disse que o “Fluminense não tem um jogador que faça as funções do Sornoza. Nem o Sornoza”. Além deles, temos, agora, com o gênio do treinador, Matheus Alessandro, um dos jogadores mais irritantes que já atuaram neste esporte. Como bem disse o Emiliano (que também escreve aqui na Flupress), ontem foi além do insuportável. No gol do Beijinho, por exemplo, Matheus recebeu um bola esticada, fingiu que foi, parou, entregou para o Beijinho como quem disse “vai que é tua, que eu não sei driblar”. O Beijinho foi lá, driblou três e saiu o gol.

Matheus é o único jogador do planeta que tem medo da bola. Gosta de driblar para trás, o que obviamente o defensor adversário permite. Afinal, ele pode driblar todo mundo e entregar a bola para o Júlio César que não há problema algum para o adversário nisso. Mas, enfim, vamos às merdas das notas.

JÚLIO CÉSAR – Nunca levou 7 gols de ninguém, mas alguma hora vai levar, com este time. Chego a ficar com pena do rapaz que joga com cabelo penteado. Sem culpa nos gols. Ainda evitou o pior. NOTA SETE.

CARLOS GILBERTO TORRES – Um dos melhores da temporada, um dos poucos que tem alguma noção de futebol. NOTA SETE.

GUM – Tem mais título que o Zico? Tem! Mas isso não dá a ele o direito de entregar o ouro como ontem, no primeiro gol, com aquele par de pés de pato dos infernos. NOTA TRÊS.

IBANEZ – Também tentou entregar. A diferença é que não conseguiu. NOTA TRÊS.

AIRTON BEIJINHO – Foi o melhor do primeiro tempo. Talvez o único a fazer algo. Gol contra também não é proposital, mas não pode. E eu não sei que nota dar. Queria dar zero, mas corre o risco de entrar o Marlon. Aí, fode. A nota dele é NÃO SEI.

RICHARD – Todo mundo fala que ele não toca para a frente. Mas tocar para quem? Sornoza? NOTA SEIS.

JADSON – Atuação pífia. Burocrática. Vá carimbar papel na pqp. NOTA ZERO.

DODI AL FAYED – O anão de jardim tem pelo menos vontade. Se falta qualidade, pelo menos tem gosto pelo que faz. NOTA SEIS.

SORNOZA – Um vagabundo. Não dá um chute, um passe, uma assistência, não arma uma jogada. NOTA ZERO.

DANIELZINHO – Outro ser oriundo de Liliput. Tem pinta de ser uma merda, mas certamente não é pior que Sornoza. NOTA DEZ.

MATHEUS ALESSANDRO – Uma merda. Não chuta, não cruza, não dá passe para gol. Só pedala e toca para trás. Lixo. NOTA ZERO.

PEDRO – Tem que se benzer. É triste jogar com Matheus Alessandro e Sornoza sem mandar os dois à merda. SEM NOTA.

KAYKE – Experimentou o que é ser Pedro por um dia. Não foi visto em campo, pois a bola com Sornoza e Matheus sequer chega ao ataque. SEM NOTA.

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Jornalista desde o século passado. Estudou na Universidade Federal FLUMINENSE e foi setorista dos clubes cariocas, inclusive o FLUMINENSE, pelo Diário Lance!, UOL/Folha, Jornal Extra e Globoesporte.com

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