Caros amigos,

 

Estou me despedindo deste espaço. Apesar do pouco tempo, foi bem legal escrever sobre o Fluminense na companhia de amigos como Dedé, Emiliano, Caio, Bolt e Leonardo Bagno. Os caras são muito bons e gentilmente aceitaram meu convite para o projeto.





 

Melhor ainda foi ter convivido com o Frank, Tony e André, os responsáveis pelo Futebolzinho. Pessoas raras, de uma educação e correção ímpares, a quem agradeço demais a oportunidade e a quem desejo todo sucesso no projeto.

 

Quem me acompanha desde os tempos do GE sabe que não sou de fazer proselitismo e nem de escrever nas entrelinhas. É legal ser direto. E é desta forma que procuro seguir em todos os campos de atuação nos quais me meto. Por aqui não seria diferente.

 

Minha despedida tem a ver com dois fatores: o primeiro é que estou de saco cheio do Fluminense. No limite do limite. Tenho me sentido na obrigação de escrever sobre esse momento deplorável do clube. Está um saco. É só momento difícil, só pauta ruim, só tragédia saindo das Laranjeiras. Está me fazendo mal. Junto a isso, um momento estratégico no escritório que está me demandando muito tempo e deixando pouca margem para analisar o Fluminense. Viagens, reuniões, enfim, vida de advogado.

 

No futuro, com espaço para escrever e tempo de fazê-lo, pretendo retomar essa cachaça que é opinar sobre passado, presente e futuro do clube que amo.

 

Sinceramente, de preferência sem esses Flusócios que dia após dia jogam mais uma pá de terra por cima da nossa grandeza.

 

Um abraço e muito obrigado por cada leitura.

44 anos,  é advogado, autor da Ação Popular que possibilitou a volta do Pó de Arroz aos estádios e escreveu sobre Fluminense no Blog do Torcedor do Globoesporte.com entre 2012 e 2018.