Queixada arrebentou a Chapecoense. Um Vampiro sorri ao fundo.

O Fluminense espantou o fantasma de nunca ter vencido a Chapecoense com uma bela vitória. A atuação não foi tão boa quanto as últimas duas, mas o que vale são os três pontos na tabela. Uma outra coisa: é impressionante como Gum e Marcos Junio fazem falta a este time. O Fluminense é um com eles, com muito mais segurança e autoridade, e outro sem. Este outro, ontem, foi bem mal, e acabou salvo pela qualidade individual do Pedro (olha ele aí) num bom lance de Carlos Gilberto Torres. Vamos às notas dos nossos craques.

(Acabo de saber do falecimento do jornalista Giuseppe Amato, popular Meinha, tricolor alucinado. Esta coluna é em sua homenagem. “Valeu, OTÁRIO”. Viva o Meinha).





JULIO CESAR – Já não há mais dúvidas de que se trata do maior Júlio César da história da goleiragem brasileira. Não só nunca perdeu de 7 como está pegando até pensamento. NOTA DEZ

RENATO CHAVES – Bem ao lado do Gum, perdido sem ele. Não consegue impor segurança sem a presença do capitão. Cada bola na área virou um suplício. NOTA QUATRO

ARMANDO GUMESTA – Atuação impecável. Dentro e fora de campo. Dentro, ganhou todos os lances mais uma vez. Experiente, pediu para sair ao sentir a panturrilha e incorporou o saudoso e querido Armando Giesta, regendo a torcida do banco de reservas. Não é à toa que tem mais títulos que o Zico. NOTA DEZ.

LUAN PERES – Só copiar e colar a nota do Renato Chaves. NOTA QUATRO

CARLOS GILBERTO TORRES – O oposto do Marlon em tudo. Ontem não foi espetacular, mas ainda assim foi bem. NOTA SETE.

RICHARD – Insisto que é o melhor que nós temos na posição. Se fosse do Flamengo, seria ladrão de bola. No Fluminense, é um cara eficiente nos desarmes. Ontem não foi eficiente nos armes. Mas já entendeu o que é o Fluminense. NOTA SETE.

JADSON – Esteve aquém das últimas partidas. Bem aquém. NOTA SEIS.

SORNOZA – O Vampiro Equatoriano só joga de noite. Sem o Marcos Júnio, que é quem dá efetividade ao time, ele some. Ontem, desapareceu. Só foi visto perdendo um gol feito em momento decisivo. NOTA ZERO.

MARLON – Mostrou por que é o pior jogador da história do Fluminense. Gordo, bundudo, cara redonda, lento, preguiçoso, disperso, sem raça. Parece ter nojo de jogar no Fluminense. Só acertou uma jogada o jogo todo. NOTA ZERO.

MARCOS JUNIO – É tricolor, corre, faz gol, da assistência e posta foto no Instagram. Precisa mais? Não. Fez muita falta no segundo tempo. Jogador fundamental para o Fluminense. Participa do jogo o tempo inteiro, desde a marcação da saída de bola adversária a puxar contra-ataques desde a defesa, o que deveria ser atribuição do Vampiro. – NOTA DEZ.

PEDRO – Dois gols. Atacante vive de gol. Já transformou Dourado em pó. NOTA DEZ.

NATHAN – O zagueiro sem cara de zagueiro mostrou que pode jogar futebol. Pelo alto, se perdeu com os demais. Mas fez dois desarmes que valeram por gols. NOTA DEZ.

ROBINHO – Mais um pouco e vira um Marlon. A falta de vontade em atuar chega a comover. NOTA 3.

AIRTON – É botafoguense, ou seja, sabe o que é sofrer. Estes caras merecem nosso apoio. Entrou bem. NOTA DEZ.

Caio Barbosa avatar

Jornalista desde o século passado. Estudou na Universidade Federal FLUMINENSE e foi setorista dos clubes cariocas, inclusive o FLUMINENSE, pelo Diário Lance!, UOL/Folha, Jornal Extra e Globoesporte.com