Sempre a mesma coisa.

A história se repete. A primeira vez como tragédia. A segunda, como farsa. O velho alemão ensinou. E hoje não foi diferente. Mesmo com um time abaixo da linha do ridículo, muito aquém das tradições tricolores, o Fluminense só perdeu para o Flamengo graças ao árbitro, que foi benevolente ao máximo para marcar um pênalti para os urubus, e teve a desfaçatez de não marcar dois para o Fluminense, fora a não expulsão do Rodinei, que agrediu covardemente o João Carlos. Uma vergonha.

Vamos às notas.





JÚLIO CÉSAR – Nunca levou 7 gols de ninguém. O maior Júlio César da história da goleiragem brasileira. Sem culpa nos gols. NOTA SETE.

RENATO CHAVES – Vinha bem, por incrível que pareça. Saiu por opção. NOTA SETE.

PABLO DYEGO – Uma merda. NOTA ZERO.

ROBINHO – Tinha que ser proibido de jogar no Fluminense. Nojento. NOTA ZERO.

GUM – É muito maior que o Zico, o Deus Sonegador, Ministro do Collor. NOTA DEZ.

LUAN – Teve boa atuação tambem. NOTA SETE.

CARLOS GILBERTO TORRES – Honra a camisa. NOTA SETE.

RICHARD – Tem vergonha na cara. NOTA OITO.

DOUGLAS – Fez porra nenhuma. NOTA DOIS.

JADSON – Tem decência. NOTA SETE.

SONOza – Um lixo. Erra tudo. O Marlon de camisa 10. NOTA ZERO.

MATHEUS ALESSANDRO – É horroroso, mas honrou a camisa. NOTA SETE.

MARLON – É o pior jogador do mundo. Vagabundo. Mau carater. NOTA ZERO.

JOÃO CARLOS – Bundão. Horroroso. Apanha e fica quieto. NOTA ZERO.

Caio Barbosa avatar

Jornalista desde o século passado. Estudou na Universidade Federal FLUMINENSE e foi setorista dos clubes cariocas, inclusive o FLUMINENSE, pelo Diário Lance!, UOL/Folha, Jornal Extra e Globoesporte.com