Bruno Leonardo

A última carta do castelo

Primeiro se foi o CEO que certo dia cogitou de colocar uma tela de led na camisa do Fluminense para alternar o texto do patrocínio. Marcus Vinicius Freire iniciou seu estágio de luxo no Fluminense com muita pompa e circunstância, embora ele mesmo admitisse não conhecer o mundo do futebol. Criou uma vice-presidência comercial que fez muita espuma, muita permuta e trouxe pouco dinheiro. Teve até escambo com fábrica de colchões e patrocínio master pago com cheque pré-datado. Depois observamos atônitos à renúncia coletiva de cinco vice-presidentes do clube, todos pertencentes àquela estranha coalizão de grupos políticos, Cacá Cardoso à frente, não menos pomposos. Uma turma que salpicou seus cartazes de campanha com logotipos de multinacionais, nenhuma delas vista posteriormente na camisa ou no...

Respeitável público, estou de volta!

  Prezados, é com muita honra (e um certo cagaço nas calças) que estreio minha coluna dominical aqui no Futebolzinho. A responsabilidade de fechar uma semana de crônicas iniciada lá na segunda-feira pelo Caio Barbosa, passando, pela ordem, por Gustavo Albuquerque, João Boltshauser, Emiliano Tolivia, Dedé Moreira, Leonardo Bagno (outro recém-intregrado ao time) é tremenda. Todos grandes, todos cascudos no ofício da escrita. O domingo me põe como o ponto terminal de uma jogada que vem sem erros de passe desde o Caio. Coube-me o papel de pivô, o jogador mais avançado deste futebol de 7 (antigo futebol soçaite) da crônica tricolor. Se a bola vem limpa, é minha obrigação estufar as redes nessa parceria que pretendemos estabelecer com você, caro leitor tricolor. Na minha infância era o dia ...