CoutinhoEscrevo isso antes do jogo contra o México, portanto, são impressões sobre a primeira fase da Copa. E só podemos chegar a uma conclusão se falarmos sobre os três primeiros jogos da Seleção Brasileira no Mundial. O nome do time, até agora, é Phillipe Coutinho.

Coutinho foi fundamental em três dos cinco gols da seleção, marcando dois e fazendo a assistência de um. Com isso, o camisa 11 assumiu o protagonismo da amarelinha, independente do hype em favor do “garoto” Neymar. Claro que devemos levar em consideração a falta de ritmo da estrela maior da equipe.  E é bem possível que Neymar ainda melhore de produção. Mas isso não diminui a bola que Coutinho vem jogando. Bola essa que fez do meia o jogador mais importante na classificação do Brasil para as oitavas de final.





E é pelas belas atuações do Coutinho que a torcida vascaína tem um motivo a mais para acompanhar com atenção a Copa. Com a seleção jogando, pelo menos até agora, apenas pro gasto, ver uma cria da Colina indo bem nos transmite um sentimento de orgulho: é mais uma comprovação de que a nossa base é forte. Um orgulho que nem a frustração de lembrar do pouquíssimo tempo que – o agora – “Phil” pôde ajudar o Vasco nos campos apaga.

Mas é normal o Coutinho se sentir tão à vontade envergando a amarelinha. E sua grande qualidade como jogador não é o único motivo para estar se saindo tão bem no Mundial. É também uma questão de afinidade. Afinal de contas, na seleção ele também está com a cruz de malta no peito.

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Com um pai flamenguista e uma mãe botafoguense, Julio Cesar "JC" Barbosa é a prova viva que ser vascaíno é predestinação, não imposição. Torcedor de estádio, tanto na Colina quanto no antigo Maraca (hoje Arena), escreve sobre o Gigante na internet desde 2007.