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Campeonato Carioca / Fluminense

Diniz diz o emocional pesou e considera a confusão com Ganso ‘desnecessária’

Diniz diz o emocional pesou e considera a confusão com Ganso ‘desnecessária’

Gol anulado. Expulsão. Pênalti marcado pelo árbitro de vídeo. Polêmica. Confusão. O Fla x Flu desta quarta-feira (27), válido pela semifinal da Taça Rio, teve de tudo. Após a derrota no clássico (2 a 1), o técnico Fernando Diniz afirmou que a marcação pressão no campo defensivo fez com que o Fluminense errasse muito. E reconheceu que a parte emocional pesou na partida.

“Eles fizeram uma pressão bem feita e a gente errou muito. Depois que a gente fez o gol, estranhamente nosso time recuou. Isso não foi pedido, e a gente não costuma fazer isso. Achei que a parte emocional pesou um pouco. A gente ficou esperando o jogo terminar, segurando o 1 a 1. Mesmo com a pressão deles, não tinham chance de gol. A gente teve, a gente levou mais perigo. Teve a bola na trave e outra situação de contragolpe que iniciou 5 contra 2. Eles tiveram muitas faltas laterais e levaram perigo na bola pelo alto. O jogo terminou 2 a 1… Não dá para falar que o resultado foi injusto. Temos de dar parabéns ao Flamengo. Levantar a cabeça e seguir adiante”, disse Fernando Diniz.

Dentre as inúmeras polêmicas do clássico, a expulsão do meio-campo Paulo Henrique Ganso chamou a atenção. Enquanto os jogadores do Fluminense se preparavam para sair a bola após o gol de Éverton Ribeiro, Ganso empurrou o quarto árbitro Daniel Macedo na linha lateral, com quem reclamava da demora dos jogadores do Flamengo na comemoração. O árbitro Marcelo de Lima Henrique viu e expulsou imediatamente o camisa 10 tricolor, que ficou ainda mais irritado. Diante desse cenário, Fernando Diniz classificou o lance como “controlável”, talvez faltando até experiência do árbitro.

“Ganso estava um pouco à frente, mas o quarto árbitro foi muito criterioso e arrumou uma confusão desnecessária. Não ia mudar nada a posição dele, estar um passo na frente do campo na saída de bola. Não sei o que aconteceu, se o Ganso falou algo. Não posso defender sem saber o que ocorreu. Achei que era um lance mais controlável, talvez tenha faltado experiência para não chamar atenção. O juiz não expulsa todo mundo que fala algo, se não o jogo terminaria 5 contra 5. Não estou defendendo o Ganso, mas o lance não mudaria nada na história do jogo.”

Em meio a dúvida da permanência no Campeonato Carioca, o Fluminense enfrentará a Luverdense no próximo dia 3 de abril, válido pela terceira fase da Copa do Brasil. Para disputar as semifinais do Estadual, precisa torcer para que o Vasco não vença a Taça Rio.

 

 

FOTO: Lucas Merçon/FFC

 

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Gabriel Lutterbach avatar
Jornalista em formação, 19 anos, mais carioca do que mineiro, mesmo sendo ao contrário na realidade. Setorista do Fluminense pelo Futebolzinho. Tudo que eu entendo do ser humano, devo ao futebol.
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