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Fluminense

Time perde o compasso, desafina em Moça Bonita e fica no 1 a 1 com o Resende

Time perde o compasso, desafina em Moça Bonita e fica no 1 a 1 com o Resende

Sem inspiração, o Fluminense atravessou o samba e não empolgou os torcedores que foram à Moça Bonita na tarde desta sexta-feira (1) de Carnaval prestigiar o time em sua segunda partida na Taça Rio. Com Paulo Henrique Ganso ainda tímido, o time de Fernando Diniz encontrou dificuldades para vencer a marcação do Resende, semifinalista da Taça Guanabara, e ficou no 1 a 1 – a duras penas! Maxwell fez 1 a 0 logo aos 9 minutos de jogo e time tricolor  sóconseguiu empatar no segundo-tempo, em chute de Yony González, da entrada da área, aos 24m.

Com o empate, o Fluminense foi a quatro pontos, ainda na liderança do grupo B do segundo turno do Estadual – o Resende conseguiu seu primeiro ponto neste returno.

Foi o segundo jogo de Ganso com a camisa tricolor. E desta vez o camisa 10 teve atuação ainda mais discreta do que na estréia, diante do Bangu – contagiado, talvez, pelo comportamento da equipe. Tanto, que o técnico Fernando Diniz criticou a postura “sonolenta” e “dispersa” do Fluminense no início da partida. Na avaliação dele, a equipe só despertou para o jogo no segundo tempo.

“Faltou não entrar no segundo tempo de maneira sonolenta. O time entrou disperso. O Resende, em um chute que desviou, marcou o gol, mas nós entramos de uma maneira que não era para entrar. No segundo tempo, tivemos mais mobilidade e interesse de ganhar o jogo”, disse Diniz.

Que prosseguiu:

“Se estivéssemos com 11 jogadores, provavelmente viraríamos o jogo no final. A gente tem que entrar nos jogos com a mesma concentração do segundo tempo. Tem sido a tônica do time. Demos uma vacilada e tivemos o azar do desvio, mas possibilitamos que o Resende tivesse a chance do chute – completou o treinador.

Diniz nega que o camisa 10 esteja apático em campo. Para o treinador, os erros coletivos desta tarde dificultaram o trabalho do meia, que mudou de função no segundo tempo.

– A gente conseguiu chutar pouco. O time deles teve praticamente todos os jogadores da intermediária para trás e as chances foram raras. Não foi problema do Ganso, o time teve pouca mobilidade e pouca agressividade. Isso dificulta para quem está armando o jogo – explicou Diniz.

Foto: Maílson Santana
FONTE: Globoesporte.com
REDAÇÃO: Futebolzinho.com

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