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Vasco

Média de gols sofridos cai 62% por jogo em relação ao mesmo período de 2018

Média de gols sofridos cai 62% por jogo em relação ao mesmo período de 2018

No próximo confronto da equipe cruz-maltina, que acontece nesta quinta (14), em São Januário, contra o Avaí pela Copa do Brasil, o técnico Alberto Valentim completa sua trigésima primeira partida disputada no comando da equipe carioca.

Valentim chegou ao Vasco ao final de agosto do último ano, depois da passagem de Zé Ricardo, Jorginho e o interino Valdir Bigode no banco. O início de seu trabalho teve um começo difícil: foram quatro derrotas seguidas. No entanto, o presidente Alexandre Campello não desistiu e o manteve no comando, com a missão de livrar o Vasco do quarto rebaixamento em menos de dez anos. Ao fim da temporada 2018, o Vasco continuou na Série A do Brasileiro, ocupando a 16ª colocação – a primeira fora da zona – mas os números de Alberto no comando não foram os melhores, apesar da meta concluída. Em 19 jogos, foram oito derrotas, sete empates e apenas quatro vitórias.

Se os números não pareciam ideais, após a contratação de reforços e a realização da pré-temporada do elenco em Atibaia, o cenário é completamente diferente na temporada de 2019. O Vasco já disputou 12 partidas e não perdeu nenhuma delas. Com isso, a equipe sagrou-se campeã invicta da Taça Guanabara 2019 e o pilar mais sólido da invencibilidade cruz-maltina está sendo construído no setor que mais assustou a equipe no último ano: a defesa.

 

Em 2018, quando o clube completou 12 partidas no ano, já havia tomado 16 gols. Ao longo do ano, a defesa do time carioca viveu momentos de crise e chegou a testar 15 duplas de zaga com sete jogadores diferentes: Paulão, Erazo, Werley, Breno, Ricardo Graça, Henríquez, Leandro Castán, Luiz Gustavo, Bruno Silva e Miranda.

Neste ano, a equipe sofreu 10 gols a menos (62%) do que no ano interior e testou apenas duas duplas de zaga: Werley e Leandro Castán, a principal, utilizada em dez partidas, e Luiz Gustavo e Ricardo Graça, a reserva, escalada em apenas dois jogos.

A solidez do setor defensivo, formado por Castán e Werley, que tem conseguido manter sequência nos jogos é um motivo que alegra o torcedor vascaíno, que ja apelidou Castan, o capitão, de ‘xerife da zaga’. Para Alberto Valentim, a estratégia parece ser mesmo de que o melhor ataque é, na verdade, uma boa defesa.

E se o momento é bom, o torcedor pode continuar feliz: Castán, de 31 anos, que chegou ao Vasco na janela de transferências do meio do ano passado, renovou contrato por mais três anos. Ao lado dele, o zagueiro Werley, de 30 anos, recebeu proposta do futebol turco no início da temporada, mas a diretoria recusou, fazendo valer o contrato assinado até o fim deste ano.

Foto: Rafael Ribeiro

Redação: Futebolzinho.com

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